De Manhã

Neste Domingo, quero agradecer-Te, ó Pai, o dom da vida e unir o meu coração a todos os cristãos que, espalhados pelo mundo, celebram a ressurreição do teu Filho Jesus. Unido a Ti e com o olhar cheio de misericórdia, peço a graça de olhar os mais pobres com verdadeira compaixão. Recordo também na minha oração o Sínodo dos Bispos, que está a decorrer em Roma. Ofereço o meu dia pela missão dos consagrados, unindo-me à intenção do Santo Padre para este mês. Pai Nosso...

À Tarde

“Em verdade vos digo: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele!” (Mc 10, 15) O que podemos aprender de uma criança? A sinceridade, o amor sem medidas, a confiança ilimitada nos pais, o perdão fácil... Quais dessas características me aproxima do Reino de Deus? Sou uma pessoa verdadeira, sincera? Sei dar e receber amor das pessoas? Possuo uma confiança inabalável no Pai? Perdoo quem me ofende e sei pedir perdão? Façamos esses exercícios em nosso cotidiano e assim estaremos cada vez mais em comunhão com o Reino do Senhor.

À Noite

Agradeço o dia que termina. Tomo consciência de como comecei o dia e como o estou a concluir. Vivi em atitude de oferecimento e disponibilidade ao Pai? Consigo concretizar nos meus gestos quotidianos a intenção que o Papa Francisco confia à sua Rede Mundial de Oração? Ofereço a vida e as atividades ao Senhor? Revejo o meu modo de viver ao serviço desta Rede Mundial de Oração e tomo nota de um propósito para crescer em disponibilidade para a missão de Jesus. Pai Nosso...

Leitura

A uma pergunta dos discípulos Jesus expõe a doutrina evangélica sobre a indissolubilidade do matrimónio. Jesus apela para a passagem da Sagrada Escritura, em que, logo desde o princípio, se expõe o sentido do casamento. De uma forma poética, apresenta-se a união do homem e da mulher como união de amor, que faz dos dois um só.