Leitura

O escritor sagrado faz um grande apelo à fidelidade. São muitos os motivos da nossa esperança e, por isso, não tem sentido o desânimo nem pode haver lugar para desleixos. Jesus Cristo, o Sacerdote da nova Aliança, abriu o caminho a todos para chegarmos ao Santuário celeste. Toda a nossa vida sobre a terra há-de ser avançar, na fé, na esperança e na caridade, para esse Santuário, vivendo na Casa de Deus, que é a Igreja, na prática das boas obras, fiéis à assembleia litúrgica, onde a fé se anima e a comunidade se constrói.

Homilia

Padroeiro dos jovens, S. João Bosco é exemplo para toda a Igreja de como se deve viver o sacerdócio católico, o qual não é mais do que uma participação daquele sacerdócio único e supremo de que nos tem falado há vários dias a Epístola aos Hebreus. E as palavras que o autor sagrado aplica hoje a Jesus Cristo: “Temos um grande sacerdote constituído sobre a casa de Deus” (Hb 10, 21), podem aplicar-se, à sua maneira, a esse grande presbítero que foi D. Bosco. Pois bem, ao longo das últimas semanas, vimos que ao sacerdote competem duas qualidades principais: a fidelidade e a compaixão, características que não estiveram ausentes da vida de D. Bosco, como fica claro a quem quer que leia a sua biografia.

Evangelho

Quatro pequenas parábolas estão aqui resumidas. São afirmações genéricas, que podem ter aplicação em circunstâncias diversas, mas aqui parecem aplicar-se à atitude que se deve ter diante da doutrina de Jesus, a luz que é preciso difundir, generosamente, de mãos largas, que isso aproveitará a quem a recebe e a quem a dá. A palavra de Deus é como uma lâmpada; o seu sentido deve ser revelado, para que sejam manifestos aos homens os desígnios de Deus.

Santo

Dom Bosco, criador dos oratórios; catequeses e orientações profissionais, era exemplo para os jovens. Nasceu perto de Turim, na Itália, em 1815. Muito cedo conheceu o que significava a palavra sofrimento, pois perdeu o pai tendo apenas 2 anos.